domingo, junho 28, 2009

FILME VENCEDOR DO PRÊMIO "PROFISSIONAIS DO ANO 2009" DA REDE GLOBO

Com este Filme, aprovado em minha gestão para a Campanha de Férias do Shopping Jaraguá Araraquara, a excelente dupla de criação da Agência Santo de Casa _ Fernando Mori e Mario Nigro foram os Vencedores do " Prêmio Profissionais do ano 2009 da Rede Globo, região Sudeste Interior (São Paulo e Rio de Janeiro) - Categoria Mercado. Como cliente eu diria, que esta Santo de Casa realmente faz milagre!!! Pois dispondo de uma pequena verba, e sem poder filmar a pista de patinação no período de produção da Campanha, eles foram bastante criativos passando uma mensagem alegre e objetiva em apenas 15", utilizando-se de poucos recursos e de muita criatividade.

PARABÉNS!!! VOCÊS MERECEM GANHAR DESTE MONTE DE AGÊNCIAS!!!


http://www.santodecasappg.blogspot.com/

By Mari

RESPONSABILIDADE SOCIAL

Relembrando temas postados em 2004, quando participei de um Seminário no Instituto Ethos

COMO INICIAR UM PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EM SUA EMPRESA

A prática da responsabilidade social é caracterizada pela permanente preocupação com a qualidade ética das relações da empresa com seus diversos públicos - colaboradores, clientes, fornecedores, meio ambiente, comunidades onde estão inseridas e o poder público. Desenvolver suas atividades de maneira ética, transparente e responsável socialmente.
http://www.ethos.org.br/


RESPONSABILIDADE SOCIAL
Observar a lei em todos seus aspectos já é uma base de responsabilidade social.
Entretanto, este manual oferece uma extensa linha de programas, políticas e idéias que discorrem sobre o processo de formação de uma empresa estruturada e respeitada por seus valores sociais, além de demonstrar ações que têm por objetivo criar e proporcionar um ambiente de trabalho produtivo e participativo.
As Empresas que incorporam a Responsabilidade Social na gestão de seus negócios, identificam formas inovadoras e eficazes de atuar em parceria com os públicos afetados por suas atividades. Abaixo identificamos as principais áreas de atuações:
COMUNIDADE
Educação _ Ofereça apoio às escolas locais. Tente encontrar meios pelos quais sua empresa poderá dar suporte e melhorar a educação oferecida pelas escolas públicas locais. Encoraje os funcionários a se tornarem mentores ou voluntários e a participarem de eventos organizados pelas escolas, ou até mesmo a darem palestras a alunos e professores sobre habilidades profissionais necessárias para atuar em suas áreas de trabalho. Faça doações de equipamento usado ou excedente Escolas podem se utilizar de uma variedade imensa de produtos e materiais. Até mesmo restos de matéria-prima ou produtos ultrapassados podem ser utilizados para projetos escolares.
Faça parceria com uma única escola pública ou comunitária e supra-a com uma variedade de serviços. Faça a doação de tempo de trabalho de seus funcionários para ajudar em consertos ou faxinas. Visite a escola para dar pequenas palestras sobre diferentes assuntos, como por exemplo, aconselhamento sobre carreiras, ou aconselhamento sobre as matérias que estão sendo estudadas. Ajude na gestão da escola. Promova programas de melhoria da qualidade de ensino, como preparação de material didático ou treinamento de professores. Convide alunos da escola para visitarem sua empresa Autorize a visita de um grupo de alunos da escola à sua empresa. O simples funcionamento de um escritório poderá abrir os olhos de um grupo de jovens alunos para futuras oportunidades. Deixe que funcionários descrevam suas tarefas e esclareçam dúvidas. Se possível, permita que os alunos operem equipamentos. Organize um intervalo para lanche do qual funcionários e alunos possam participar. Proporcione mentores Encoraje funcionários a servirem de mentores para alunos da escola, na área pessoal ou acadêmica. Crie um intercâmbio com a escola, muitas escolas procuram por empresas locais que possam oferecer estágio, remunerado ou não, para os seus alunos. Entretanto, não encare este tipo de programa como uma fonte de mão de obra barata. Tente criar uma verdadeira oportunidade de aprendizado para o estagiário, bem como para sua própria empresa.
Global
Faça do "envolvimento com a comunidade" uma prioridade em sua administração Use todas as oportunidades para comunicar aos funcionários que o suporte à comunidade e o envolvimento com a mesma é importante para a empresa. Sempre que possível, recompense aqueles que assim o fazem e incentive gerentes e supervisores a encorajar os funcionários na participação de projetos comunitários que não interfiram na execução de suas tarefas. Considere a possibilidade de incluir na avaliação de desempenho de gerentes e supervisores a capacidade que possuem de encorajar seus subordinados a se envolverem com a comunidade. Invista na comunidade.Considere a possibilidade de utilização de serviços providos por organizações comunitárias. Desta forma, a empresa poderá ajudar na revitalização de uma comunidade carente. Considere, também, a destinação de recursos do imposto de renda para fundos municipais da criança e do adolescente, ou outros similares. Considere o recrutamento em comunidades carentes. Há também várias organizações sem fins lucrativos que poderão identificar nestas comunidades indivíduos que estejam treinados e capacitados a exercer as funções pretendidas. Identifique e instale-se em comunidades carentes. Procure locais comunitários que possuam boas instalações para o estabelecimento de escritórios, produção e venda, com acesso fácil para as demais áreas da cidade. Verifique se há incentivos para a instalação de empresas nessas áreas e onde estão localizadas.
Trabalho Voluntário
Disponibilize informações Considere a criação de uma lista de oportunidades de trabalhos voluntários. Liste várias organizações que procuram por voluntários, especificando qual o tipo de trabalho a ser realizado e o tipo de habilidade necessária. Solicite aos funcionários sugestões sobre outras organizações e encoraje o envolvimento com o trabalho das mesmas. Contate o centro de voluntários local para maiores informações sobre organizações sem fins lucrativos que necessitam de trabalho voluntário. Disponibilize tempo para voluntários. Considere uma política de autorizar a dispensa de funcionários para a realização de trabalho voluntário em comunidades carentes, ou para organizações beneficentes. Algumas empresas autorizam a dispensa remunerada, enquanto outras realizam a dispensa sem pagamento, mas sem ônus para o período de férias. A dispensa autorizada pelas empresas geralmente vai de uma hora por mês até uma semana por ano. Ofereça apoio financeiro para estimular o trabalho voluntário Considere a possibilidade de fazer contribuições para organizações nas quais os funcionários fazem parte da diretoria, ou para as quais os mesmos façam trabalho voluntário. Algumas empresas costumam fazer contribuições em nome da própria empresa, outras, em nome dos funcionários. Nos dois casos, elas não só estimulam o funcionário a continuar seu trabalho voluntário, como também melhoram a imagem de sua empresa, por abraçar causas nobres Recompense os funcionários pelo trabalho voluntário. Uma idéia seria organizar uma festa especial para os voluntários (e convidar seus parceiros de trabalho). Organize um sorteio, autorize dias extras para o período de férias ou providencie quaisquer outros incentivos para encorajar o trabalho voluntário. Não se esqueça de que recompensas simples podem também ter um valor significativo para o funcionário. Um certificado ou carta de reconhecimento assinada por um dos diretores da empresa é uma opção. Adote um projeto específico.Considere a possibilidade de envolver a empresa em um projeto ou causa que envolva vários voluntários, talvez um cujo objetivo se aproxime da declaração de missão de sua empresa. Por exemplo, um restaurante ou uma empresa do ramo de alimentos poderá se engajar em campanhas para o extermínio da fome ou para o encorajamento de práticas agrárias sustentáveis, ou ainda organizar uma horta comunitária ou a distribuição de sopa para pessoas carentes. Entretanto, não proíba o engajamento de funcionários em outros trabalhos voluntários diferentes daquele especificado pela empresa. Autorize o "empréstimo" de gerentes e executivos Permita que gerentes e/ou executivos da empresa usem suas habilidades profissionais na execução de trabalho voluntário para grupos comunitários sem fins lucrativos, durante o horário de trabalho. Algumas empresas "emprestam" seus gerentes por alguns dias, por uma semana, ou até por um ou mais meses. Normalmente, estes profissionais ajudam no desenvolvimento de projetos específicos, tais como: campanhas para arrecadação de fundos, treinamento de pessoal voluntário, montagem de sistemas de informática, serviços de consultoria, ou outros nos quais suas habilidades profissionais possam ser utilizadas. Mobilize fornecedores e clientes. Você pode unir os esforços de sua empresa em empreender projetos de trabalho voluntário aos de seus fornecedores e clientes. Encoraje-os a participar de tais projetos e considere a possibilidade de lhes oferecer incentivos como, por exemplo, aos fornecedores que fizerem doações de produtos e outros recursos será ampliado o prazo de contratação de seus serviços. Faça parceria com outras empresas. Considere a possibilidade de fazer parcerias com outras empresas da comunidade, sejam elas de grande ou pequeno porte, de forma a desenvolver projetos que sua empresa não poderia empreender individualmente. Por exemplo, a organização de um programa de reciclagem com a comunidade local, ou a limpeza e/ou reforma de uma escola ou abrigo. A aliança pode ser formada na base de implementação de um só projeto, ou de uma série deles.
Filantropia
Faça doações de seus produtos ou serviços. Se possível, faça contribuições de seus produtos ou serviços diretamente para organizações da comunidade que possam fazer uso deles. Com um pouco de criatividade, você acabará achando outras formas de fazer doações. Por exemplo, se o quadro de funcionários de sua empresa inclui profissionais capazes de efetuar consertos ou fazer montagens, considere a possibilidade de "emprestá-los" para uma organização sem fins lucrativos para que efetuem serviços de reparo. Comprometa-se a fazer contribuições. Considere a possibilidade de designar uma porcentagem fixa das vendas ou dos lucros da empresa como forma de contribuição para organizações comunitárias. Encoraje a contribuição por parte dos funcionários Considere a possibilidade de sua empresa contribuir nas mesmas bases em que contribui cada um dos funcionários, ou uma contribuição da empresa ainda maior, baseada naquela efetuada por eles. Algumas empresas cobrem a contribuição efetuada pelo funcionário na base de um por um, outras de dois por um e outras cobrem somente parte da contribuição, ou se utilizam de outra base qualquer. Para facilitar as contribuições, considere a possibilidade de deduzi-las automaticamente na folha de pagamento dos funcionários. Apoie eventos locais.Considere a possibilidade de comprar um bloco de ingressos para eventos comunitários de cunho cultural ou esportivo, de forma a vendê-los com desconto para funcionários e clientes de sua empresa, ou para doação a usuários de serviços de organizações sem fins lucrativos, os quais não teriam recursos financeiros para a aquisição dos mesmos. Encoraje outros tipos de doações Encoraje funcionários a doarem comida, roupas usadas, móveis e outros itens. Da mesma forma, organize para que sua empresa faça doações de máquinas usadas, mobílias e outros materiais e equipamentos para escolas e organizações sem fins lucrativos da localidade.
Outros Projetos Comunitários
Apoie o comércio local. Considere a possibilidade de conseguir descontos juntos aos comerciantes locais para os funcionários de sua empresa. Dependendo da natureza de seu negócio, você poderá conseguir tais descontos em bases de troca, ou talvez você opte por subsidiar as compras dos funcionários. Oriente o consumo no comércio local, dando preferência às minorias Não só encoraje a prática deste item pelos funcionários, mas também considere a possibilidade de sua empresa direcionar suas aquisições para este tipo de comércio. Empreste suas instalações. Considere a possibilidade de ceder espaço interno de sua empresa para encontros de organizações e grupos sem fins lucrativos, de maneira tal que a segurança e as operações da empresa não fiquem comprometidas. Ceda espaço para alfabetização, aulas particulares, encontros, ou outros programas. Procure por oportunidades de fazer o uso do espaço e instalações de sua empresa em benefício de programas comunitários. Informe-se sobre os riscos que tal empréstimo pode acarretar: consulte sempre sua companhia de seguros sobre essa questão.

DIREITOS HUMANOS
Considere os direitos humanos. Na escolha de seus fornecedores de produtos e/ou serviços, procure trabalhar com parceiros que compartilham com sua empresa a preocupação de dar um tratamento justo aos trabalhadores. Até mesmo empresas que contratam mão de obra em outras localidades para a produção de seus produtos (geralmente em países em desenvolvimento) devem considerar o contexto econômico, cultural e social do trabalhador. Mesmo sem ter garantias de que sua empresa será bem sucedida neste sentido, existem várias formas de promover o tratamento justo e correto de seus trabalhadores. Saiba onde os produtos de sua empresa são manufaturados O primeiro passo está na identificação da rede de suprimento. Verifique quais são seus fornecedores; quais as fábricas utilizadas para a manufatura dos produtos; onde estão localizadas e suas capacidades de produção. Esta identificação poderá determinar quais os itens de particular importância a serem considerados e que tipo de influência você poderá ter. Identifique itens relevantes sobre os direitos humanos A Declaração Universal dos Direitos Humanos estabelece os direitos de todas as pessoas, independente de sexo, raça, idade, nacionalidade, religião ou nível econômico. Muitos destes direitos se relacionam à ação por parte de governos, mas muitos deles podem ser relevantes para a área empresarial. Como por exemplo os relativos a: trabalho infantil, trabalho forçado, liberdade de associação, preconceitos discriminatórios, saúde e segurança. Adote um código de conduta. Muitas empresas criaram seus próprios códigos de conduta, os quais podem ser utilizados como modelo. A maioria destes códigos incorpora as leis trabalhistas locais e padrões internacionais aceitáveis de conduta. Deixe claro aos seus fornecedores quais são suas expectativas com relação às práticas trabalhistas por eles adotadas. Um código de conduta pode ser um guia para o pessoal de sua empresa aferir até que ponto os itens ali relacionados estão sendo cumpridos de forma justa. Comunique suas expectativas aos fornecedores. Sua empresa tem maiores possibilidades de alcançar os objetivos propostos se estes forem comunicados claramente aos fornecedores. A comunicação poderá ser feita através de correspondência, ou através de visitas por parte de representantes da empresa. Talvez seja útil comunicar aos fornecedores quais os padrões adotados pela sua empresa, antes de começar novas parcerias. Solicite aos fornecedores um comprometimento formal. Ao solicitar de seus fornecedores a assinatura de um contrato, que inclua uma declaração de comprometimento com padrões trabalhistas pré determinados, você estará reforçando a preocupação de sua empresa com as práticas trabalhistas e a idéia de que o cumprimento das mesmas é relevante para a operação de seu negócio. Utilize todas as oportunidades para monitorar o cumprimento das regras estabelecidas. Toda vez que um representante de sua empresa visitar a fábrica de um fornecedor, deverá aproveitar a oportunidade para verificar a forma pela qual estão sendo tratados os trabalhadores. Em visitas de controle de qualidade ou para revisão da produção, alguém sempre terá a oportunidade de observar se o local está limpo, bem iluminado e livre de perigos. Durante estas visitas poderia também ser observado se está ocorrendo a utilização de mão de obra infantil e se os empregados estão sendo pagos de forma justa, dentro dos prazos estabelecidos. Trabalhe em clima de colaboração para promover mudanças. Parcerias com fornecedores tendem a melhorar se você promover um ambiente de colaboração. Até as grandes empresas acabaram por concluir que seus esforços para promover mudanças são mais eficazes quando não se colocam de forma autoritária. Ofereça sugestões sobre possíveis ajustes para a melhoria da prática. Tente criar um clima de confiança, tentando discutir, inicialmente, itens menos sensíveis, tais como saúde e segurança.

MEIO AMBIENTE
Minimização de resíduos. Crie um código de reciclagem. Promova a idéia, do ponto de vista de sua empresa, que "resíduo" representa tudo aquilo que não se pode utilizar ou vender, mas que se deverá pagar para poder se livrar dele. Encoraje os funcionários a apresentar sugestões para a redução do resíduo através da reutilização de materiais e reciclagem daqueles que não poderão mais ser utilizados. Reduza o consumo de papel. Em muitas empresas, o papel é a maior fonte de lixo. Estabeleça em sua empresa uma ampla política para o uso dos dois lados do papel para fotocópias. O lado branco do papel impresso poderá ser usado para rascunho de documentos. Use e-mail ao invés de imprimir cópias. Utilize formulários ultrapassados, que não tenham mais uso, para memorandos internos. Memorandos dirigidos a todos os funcionários podem ser afixados em locais centrais da empresa, ao invés de serem distribuídos a todos. Encoraje os funcionários a guardarem documentos em disquetes, substituindo o uso de papel. Use produtos de papel reciclado. Existe no mercado uma grande variedade de produtos de papel reciclado, que na maioria das vezes compete em preço com o "papel virgem". Escolha papel com o maior índice de material reciclado. Além de papel para impressão, existem outros produtos feitos com material reciclado, tais como: pastas para arquivo, capas para relatório, etiquetas, e outros. Da mesma forma utilize toalhas de papel, papel higiênico, guardanapos e similares reciclados. Compre outros produtos reciclados. Identifique a possibilidade de comprar produtos reciclados, reformados e recondicionados, verificando se competem favoravelmente em preço, desempenho e qualidade com o produto novo. Como por exemplo, cartuchos de tinta para impressoras e máquinas de fac-símile, fotocopiadoras recondicionadas, e outros equipamentos, como móveis e acessórios. Doe o excedente de móveis e equipamentos. Existem inúmeras organizações que estão sempre prontas a aceitar os bens que não são mais úteis, ou que se tornaram absoletos para a sua empresa, tais como: máquinas de datilografia, computadores antigos, impressoras matriciais, máquinas de fac-símile, equipamentos telefônicos, escrivaninhas, cadeiras, mesas, estantes, e outros. Crie uma relação informal de organizações beneficentes que aceitam essas doações. Com alguns telefonemas você poderá descobrir informações úteis para figurar na sua lista: o tipo de equipamento que estas organizações aceitam, se podem vir retirar o material, etc. Lembre-se que a doação bem documentada poderá ser deduzida do imposto de renda. Anuncie o excedente e os itens recicláveis nos Estados Unidos, existem redes de informação especializadas em fazer o intercâmbio entre empresas para a troca de excedentes e material reciclado. Os produtos anunciados nestas redes vão desde caixas de papelão, cartões postais e penugens de algodão retiradas de máquinas de lavar roupas, até materiais de alta periculosidade, como por exemplo ácido sulfúrico, barro tóxico e óleo de motor. Procure trocar informações de forma semelhante. Evite produtos que geram resíduos. Ao fazer as compras de sua empresa, procure por produtos que sejam mais duráveis, de melhor qualidade, recicláveis ou que possam ser reutilizados. Procure evitar produtos descartáveis, como canetas, utensílios para consumo de alimentos, copos de papel, etc. Alugue equipamentos que são utilizados ocasionalmente. Considere o aluguel de máquinas ou equipamentos usados, ou compartilhe-os com outros empresários de sua área.

MERCADO _ Outras Idéias.
Faça os investimentos de sua empresa com instituições socialmente responsáveis. Considere a possibilidade de aplicar os fundos de sua empresa em instituições financeiras que suportem uma causa social. Existe uma grande variedade delas trabalhando no desenvolvimento de programas comunitários. Utilize cartões de afinidade e serviços de instituições socialmente responsáveis. Procure por outras formas de dar suporte ao trabalho social destas instituições. Procure se utilizar de cartões de crédito, serviços de telefonia, prêmios de seguro e outros produtos e serviços providos por instituições que trabalham em causas sociais, cujas vendas irão em benefício de seus programas.
Local de Trabalho _ Assédio Sexual
Estabeleça uma diretriz contra o assédio. Esta não é só uma atitude social responsável, mas uma exigência legal. Desenvolva e implemente um política firme contra o assédio sexual. Explique a matéria de forma clara e concisa, dando exemplos concretos para definir o comportamento proibido. Explique os meios disponíveis na empresa para formalizar reclamações. Comunique freqüentemente aos funcionários, fornecedores, clientes e outros parceiros de trabalho, as diretrizes da empresa com relação ao assunto, sempre de forma consistente. Comunique a todos que qualquer reclamação recebida, implicará em uma investigação objetiva, salientando as penalidades aplicadas por violação da regra, inclusive a possível demissão. Proíba, estritamente, qualquer vingança contra aqueles que apresentarem reclamações, e monitore pessoalmente tais situações, especialmente quando a reclamação envolver o supervisor direto do funcionário molestado.Proporcione programas de treinamento. Treine supervisores e gerentes para criar um ambiente de trabalho positivo e livre de assédios, para que reconheçam e confrontem o assunto de forma rápida e eficaz. Estabeleça uma regra justa para encaminhamento das reclamações Propicie um ambiente correto para a apresentação e discussão de reclamações recebidas, bem como um processo justo para investigar as alegadas acusações. Disponibilize aos funcionários várias formas para o encaminhamento da reclamação, por exemplo: estabeleça que não será necessário encaminhá-la através do supervisor imediato, tratando-se ele(a) de ser o molestador(a). Crie um processo investigatório que respeite a privacidade, discutindo a matéria somente com as partes envolvidas. Esteja atento que, ao tratar desses assuntos, seus atos poderão ter implicações legais. Considere a possibilidade de criar uma comissão composta por um corpo de funcionários de áreas diversas e diretoria, como uma última instância, para se propor uma medida concreta a respeito do ocorrido. Crie um ambiente propício para a discussão do assunto. Considere a criação de um mecanismo que possa ser utilizado pelo funcionário para aconselhamento, de forma anônima. Disponibilize pessoal treinado para aconselhamento e discussão de possíveis casos de assédio e promova discussões e palestras sobre o assunto.

CHEKLIST _ Auto-avaliação e Aprendizagem.
Trata-se de uma ferramenta de uso essencialmente interno, que permite a avaliação da gestão no que diz respeito à incorporação de práticas de responsabilidade social, além do planejamento de estratégias e do monitoramento do desempenho geral da empresa. Auditorias e Prestação de Contas. Obtenha feedback sobre suas primeiras avaliações. Ao obter os primeiros resultados sobre a avaliação de sua empresa, compartilhe-os com outras pessoas de sua confiança que possam lhe dar um parecer honesto sobre os resultados obtidos. Incorpore os pareceres e comentários recebidos ao texto final do relatório de avaliação. Compartilhe sua avaliação. Comece compartilhando-a com grupos selecionados e, em um segundo momento, torne-a pública. Considere a possibilidade de torná-la pública anualmente. Não é necessário fazer a apresentação de forma extravagante e dispendiosa; considere uma maneira simples e resumida para apresentá-la. Por exemplo, em formato datilografado. Faça um resumo honesto de seus achados, relatando o desempenho de sua empresa em cada uma das áreas avaliadas. Inclua os sucessos, dificuldades e as metas para futuras melhorias. Distribua o relatório para os funcionários, fornecedores, clientes chaves e outros que você considere interessados pela avaliação.


CONCEITOS
RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPESARIAL - É a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais.

STAKEHOLDER - Termo em inglês amplamente utilizado para designar as partes interessadas, ou seja, qualquer indivíduo ou grupo que possa afetar a empresa por meio de suas opiniões ou ações, ou ser por ela afetado. Há uma tendência cada vez maior em se considerar stakeholder quem se julgue como tal.

PARCEIROS - Organizações com as quais se estabelece um relacionamento especial e estreito em função de fatores e razões diversas.

COLABORADORES - Todos aqueles que estão envolvidos na execução das atividades de uma organização como empregados, prestadores de serviços e funcionários terceirizados.

BALANÇO SOCIAL - Balanço social é um meio de dar transparência às atividades corporativas através de um levantamento dos principais indicadores de desempenho econômico, social e ambiental da empresa. Além disto, é um instrumento que amplia o diálogo com todos os públicos com os quais a empresa relaciona-se: acionistas, consumidores e clientes, comunidade vizinha, funcionários, fornecedores, governo, organizações não-governamentais, mercado financeiro e a sociedade em geral. Durante sua realização, o balanço social funciona também como uma ferramenta de auto-avaliação, já que dá a empresa uma visão geral sobre sua gestão e o alinhamento dos valores e objetivos presentes e futuros da empresa com seus resultados atuais.

AÇÃO SOCIAL - É qualquer atividade realizada pelas empresas para atender às comunidades em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não-governamentais, associações comunitárias, etc.), em áreas como assistência social, alimentação, saúde, educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento comunitário. Abrange desde pequenas doações a pessoas ou instituições até ações estruturadas, com uso planejado e monitorado de recursos, seja pela própria empresa, por fundações e institutos de origem empresarial ou por indivíduos especialmente contratados para a atividade.

DIVERSIDADE - Princípio básico de cidadania que visa assegurar a cada um condições de pleno desenvolvimento de seus talentos e de suas potencialidade, considerando a busca por oportunidades iguais e respeito à dignidade de todas as pessoas. A prática da diversidade representa a efetivação do direito à diferença, criando condições e ambientes em que as pessoas possam agir em conformidade com seus valores individuais.

sexta-feira, junho 12, 2009

O LIXO E SUAS RESPONSABILIDADES...

Ontem conheci o Projeto de reciclagem de embalagens da indústria de cosméticos Natura. Toda Consultora/Vendedora da Natura de SP (e olha que são muitas), está sendo motivada a recolher pelo menos uma parte das embalagens vazias dos cosméticos de suas clientes e devolvê-las à transportadora da Natura que encaminha para o processo de Reciclagem. OBS. _Percebo que o maior problema continua sendo a logística (alto custo do transporte das embalagens até uma cooperativa de reciclagem_.
Até meu prédio reservou uma área para o lixo reciclável de seus moradores, e que já é recolhido separadamente.

Todos estão tentando se antecipar à Lei que em breve deve vigorar efetivamente em todo o estado de São Paulo. Principalmente para as indústrias de bebidas, alimentos, cosméticos e higiene.

Como anda a Lei e sua aplicação:
Desde 2003 o Projeto de Lei 1765/03, da deputada Maninha (PT-DF), que determina aos produtores, importadores, distribuidores e comercializadores de mercadorias a solidariedade pelo recolhimento de embalagens usadas.
Todos esses participantes da cadeia produtiva, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, terão de recolher latas de alumínio,embalagens pós-consumo de aço, vidro, plástico e longa vida, independentemente do sistema público de gerenciamento de resíduos sólidos. Estão incluídos na obrigação os setores de bebidas, alimentos, cosméticos e higiene.
O projeto também torna solidariamente responsável o produtor das embalagens dos produtos.
Pelo projeto, esses agentes deverão manter centros de recolhimento de embalagens pós-consumo, com procedimentos conjuntos para sua coleta, armazenamento e destinação ambientalmente adequada, além do reembolso aos consumidores.
O projeto também prevê que o consumidor, ao chegar ao centro de recolhimento, entregará as embalagens lavadas e receberá um recibo no valor do crédito correspondente, que será descontado no preço das compras que vier a efetuar.
O preço mínimo de cada embalagem, a ser praticado em todo o País, será:
- R$ 0,08 pela lata de alumínio de até 350 ml, inclusive;
- R$ 0,15 pela lata de alumínio acima de 350 ml;
- R$ 0,02 pela lata de aço de até 350 g ou ml, inclusive;
- R$ 0,04 pela lata de aço acima de 350 g ou ml;
- R$ 0,02 pelo vidro, incolor ou colorido, de até 350 g ou ml, inclusive;
- R$ 0,04 pelo vidro, incolor ou colorido, acima de 350 g ou ml;
- R$ 0,02 pelo polietileno tereftalato (PET), de até um litro, inclusive;
- R$ 0,04 pelo polietileno tereftalato (PET), acima de um litro;
- R$ 0,01 pelo plástico (exceto PET) de até 1 kg ou litro;
- R$ 0,02 pelo plástico (exceto PET) acima de 1 kg ou litro;
- R$ 0,01 pelo longa vida de até 350 g ou ml, inclusive;
- R$ 0,02 pelo longa vida acima de 350 g ou ml.]
Os valores deverão ser ajustados semestralmente pelo órgão competente de defesa do consumidor.
Jogados nos Lixões
A deputada Maninha explica que é necessário instituir uma sistemática de recolhimento e reembolso de embalagens independentemente do sistema público de gerenciamento de resíduos sólidos, uma vez que em mais de 90% dos casos esses resíduos sólidos encontram-se em "lixões" a céu aberto. "As tentativas empreendidas para tentar reduzir a destinação aos lixões e aterros de um grande volume de resíduos sólidos têm alcançado resultados bastante modestos", afirma a parlamentar.
Ela lamenta o fato de que grande parte da população ainda cultive o hábito de se desfazer das embalagens, jogando-as indiscriminadamente no lixo ou em rios e ruas, "pouco se importando com o seu destino da porta de casa para fora".
Tramitação
O projeto foi apensado ao PL 203/91, do Senado Federal, juntamente com outras 64 proposições sobre o tema. As matérias aguardam a instalação de uma comissão especial que irá apreciar seu mérito.
A Cidade de São Paulo
A prefeitura de São Paulo, por exemplo, espera acabar com o excesso de lixo na cidade — uma questão antiga e complexa — de um dia para o outro.
Desde maio, fabricantes e distribuidores de bebidas, cosméticos e artigos de higiene, entre outros, poderão ser multados em até 250 000 reais caso não consigam recolher e dar destino sustentável às embalagens plásticas de seus produtos.
Se a infração for enquadrada na Lei de Crimes Ambientais, a punição será ainda maior: até 50 milhões de reais.
As metas da nova regra são ambiciosas: no primeiro ano de vigência, metade das embalagens deverá ser recolhida. Nos dois anos seguintes, a meta passará para 75% e 90%.
Para a indústria, porém, trata-se de uma regra inexequível.
Na União Europeia, onde desde a década de 90 existem normas obrigando as empresas a participar, de alguma forma, da coleta e da destinação do lixo, apenas 20% das embalagens plásticas de bens de consumo são recicladas.
O país mais avançado nesse quesito, a Alemanha, após 30 anos de experiência, julga estar perto do máximo possível em termos de reciclagem — menos de 40%. “As metas da prefeitura são irreais”, diz Ricardo Lopes Garcia, especialista do departamento de meio ambiente da Fiesp. Além disso, a lei ignora o tamanho da estrutura que as empresas teriam de criar para lidar com o lixo e o custo que isso representaria para elas e, consequentemente, para o consumidor final.
A Fiesp espera substituir a lei por incentivos às cooperativas de catadores — sistema de reciclagem que já funciona no Brasil.

Fonte: Revista Exame de 22/04/09 e Agência Câmara

segunda-feira, junho 08, 2009

ADORO ESTA IMAGEM... ATÉ COLOQUEI ELA NO MEU ORKUT COM ESTA MENSAGEM





COMO FAZ FALTA UM ABRAÇO VERDADEIRO
UM APOIO, QUANDO MAIS PRECISAMOS DE ALGUÉM
QUE NOS SEGURE, QUANDO NÃO HÁ MAIS CHÃO. . .